2009

- A GRAVIDEZ
“foi um ano muito importante para mim. Estava grávida pela primeira vez e queria ter um parto normal.Afinal minha mãe havia parido quatro bebês, porque eu não conseguiria? Nunca pensei em cesárea, e mesmo com algumas conhecidas me perguntando se “eu queria mesmo sentir essa dor?”, ao que eu sempre respondia com um enorme sorriso “sim”, eu estava certa de que isso era o normal, o natural, o real. Acreditava piamente que as mulheres que precisaram da cirurgia, realmente teriam tido problemas de saúde para tal. Para mim elas eram exceções. Nunca passou pela minha cabeça que meu obstetra iria desfazer do que eu queria, nem tampouco “me enganar”.  Lembro de meu esposo perguntar se “eu não tinha medo”. Medo do que, pensei depois, eu não estava com nenhuma doença grave,só estava grávida. Eu não tinha medo. Até que chegado o ultimo mês de gravidez, ao realizar alguns exames de rotina, a recepcionista da clinica vira pra mim e pergunta se eu “já tinha marcado a data da operação”. Eu fiquei surpresa e ela mais ainda, quando eu disse que seria parto normal.então ela me explicou que um dos exames era para quem fosse realizar uma cirurgia. A ficha caiu, mas eu ainda não queria acreditar que estava sendo preparada para uma cesárea. Eu já tinha “fugido “ de outra obstetra, pois nos dias de consulta ela passava na frente as mulheres que tinham tido cesárea e iam tirar os pontos com ela(quase todas) e que, quando eu quis tirar uma dúvida sobre um artigo de internet, virou pra mim e disse que se eu “quisesse saber das coisas pela internet, eu não precisava dela”. Mas como eu saberia então, se quando eu perguntava algo ela dizia que eu estava sendo apressada, que ainda não era hora de falar no parto, no alto dos meus seis meses de gravidez??
-O (NÃO) PARTO
As 04:20hs da manha do dia 02 de novembro, minha bolsa rompeu e as 6:00horas eu estava sendo internada. A enfermeira de plantão fez o toque,mas quando me levantei da maca, tudo o que eu conseguia olhar era pra grande mancha de sangue que havia no lençol.como eu não havia sentido nada, eu so conseguia me perguntar se aquele sangue era meu.subimos para o apartamento que eu paguei por fora, pois meu plano era de enfermaria, e meia hora depois a enfermeira veio me colocar o acesso com um soro e “mais um remédio”, disse ela. “é ocitocina?” perguntei, e com uma cara assustada ela me confirmou que sim.
Estavam comigo minha mãe, duas irmãs,meu esposo e meu padrinho.o obstetra chegou por volta de 9 da manha, fez outro toque e me informou que eu continuava com um centímetro de dilatação.mas eu não sentia “as dores”.  Eu pensava “cadê a dor?” e não conseguia entender como “ainda estava” com só aquele centímetro, pois nas novelas, a bolsa rompe e imediatamente se subentende que o bebe nasce logo. Mas eu não sabia que ainda não estava em trabalho de parto.
As 9:30 mais ou menos, o médico me perguntou se eu queria esperar mais um pouco ou ele poderia fazer a cesárea. Acho que eu esperava que alguém me dissesse uma palavra pra esperar, mas ninguém falou nada. Então eu decidi:”vamos fazer a cesárea”.enquanto eu aguardava para ir para o bloco cirúrgico, comecei a sentir os lados da minha barriga repuxando aos poucos, a sensação era a de quando apertamos um balão pelos lados e depois soltamos. Poderia ser o inicio de uma contração.mas eu não sabia. Quando vieram me buscar, eu só sabia chorar e perguntar pra enfermeira porque eu não tinha conseguido.ela falava que era assim mesmo, que umas conseguiam,outras não.eu só conseguia me sentir uma ovelha indo pro abatedouro.
- O PÓS CIRÚRGICO
Eu não sabia da lei do acompanhante. Então meu obstetra deixou apenas que meu padrinho entrasse no centro cirúrgico comigo para tirar as fotos, já que ele também era médico. A noite, só minha mãe pôde ficar comigo no quarto.eu queria muito, ao menos, amamentar minha filha. Mas apesar de ter ficado com ela desde que saímos do centro cirúrgico, nenhuma enfermeira me ajudou a iniciar o contato pele a pele. A bebe ficou no bercinho dela, ao lado da minha cama. Lembro de ter pedido ajuda para a plantonista para colocar minha filha na posição de amamentar ao meu lado na cama, mas ela disse que se eu não sabia que eu não tinha bico, que era pra eu ter pedido “pro meu marido fazer o bico pra bebe”. Eu e minha irmã nos entreolhamos, como quem pensa: “oi?como assim?nós ouvimos isso mesmo?” e “que intimidade ela tem pra falar desse jeito?,eu pensei”.minha filha passou a noite chorando de fome e quando eu perguntei se as enfermeiras não tinham nada que pudesse ajudar, elas disseram que a dra não tinha deixado nada escrito, que eu tinha que esperar a dra chegar de manhã e perguntar. A neonatologista chegou por volta de uma hora da tarde do dia seguinte, deu uma ampola para a minha filha chupar (que depois eu descobri ser glicose) virou para mim e apertou o bico dos meus seios com força, como se esperasse que algo jorrasse dali. Eu não sabia que, por causa da cesárea, meu corpo ainda não tinha entendido que o bebe havia nascido e precisava de leite, que só desceu no quarto dia.
Na entrega da declaração de nascido vivo-DNV, outra surpresa: minha filha era “parda”. Questionei com a enfermeira como poderia haver esse quesito no documento, se nem os cartórios tinham mais obriagação de colocar isso nas certidões de nascimento. Ela retrucou que marcara assim tendo em vista a “cor do meu esposo”. Eu disse que a DNV deveria estar preenchida de acordo com a ficha preenchida pela neonatologista, e não de acordo com cor da pessoa.  outra tentou me explicar que a Dra olhava a cor da vagina (na menina) e do saquinho(no menino) ”pra dizer a cor da criança”. Mas na ficha da neo,minha filha era “branca”. Quando questionei a neo, ela veio ao quarto, tirou a roupinha e a fralda da minha filha, abriu a perninha dela ,virou, saiu do quarto e sumiu. Fiquei com minha filha exposta ao ar condicionado do quarto em cima da cama, aguardando o retorno da neo
Um dos efeitos da anestesia, em mim, foi sentir um frio imenso, de bater os dentes, quatro horas depois da cirurgia. O obstetra pediu que eu levantasse e andasse para cortar o efeito, mesmo eu não conseguindo levantar-me direito. Eu obedeci, e o frio foi cedendo.apesar de ser recomendado não falar depois da cirurgia, para não dar gases, quem me visitou naquela tarde se espantou de eu estar “falante” mais do que o normal. Desse eu só soube porque me contaram, porque eu não lembro.
-REDE DE APOIO (OU A IMPORTÂNCIA DA)
Já em casa, tinha muita dificuldade para andar, me abaixar ou levantar da cama.eu me sentia exausta! Tive que passar a dormir semi sentada numa cadeira espreguiçadeira, meus seios ficaram do tamanho de duas bolas de basquete, e eu tinha que amarra-los com um lençol como se fosse um biquíni por cima do pescoço, pois o peso era grande. Tive febre, pedi para minha mãe ligar para a santa casa e pedir orientação para tirar o leite, mas os números que passamos a noite ligando não sabiam informar (ou não queriam) sobre o que fazer. Tive que comprar uma bomba elétrica, e só assim pude dar meu leite para minha filha no copinho, com a orientação da AMAMEN – associação dos amigos da amamentação.
Mas a pressão para dar mamadeira , vinda de minha mãe e irmãs,era mais forte que eu. O estresse que eu enferntava entre o que eu queria e o que eu conseguia estava acabando com o meu leite. Minha irmã, me vendo dar leite do peito no copinho, ficava me rodeando,dizendo que eu ia “engasgar a bebe”, minha mãe hostilizou a equipe que foi me visitar e fazer a avaliação das mamas. Sentia-me profundamente desrespeitada e envergonhada, pois minha própria mãe não entendia que eu PRECISAVA DE AJUDA.
Após esse episódio, eu procurei conversar com ela para saber se ela tinha nos amamentado quando crianças. Daí que eu fui descobrir que, na cabeça da minha mãe, “dar de mamar” era com a mamadeira, pois o medico dela dizia que ela não podia dar o seio por causa dos efeitos da anestesia. Acho que ela entendeu que a anestesia ficava para sempre no corpo ou provavelmente minha avó também não tenha tido oportunidade de orientá-la. por isso ela achava muito estranho o modo de como eu queria “dar de mamar” para a minha filha.
Meu leite secou completamente em quatro meses e meio. Até lá, eu dava leite do peito no copinho, e alternava complementando com formula. Eu não pude aguentar mais. 

Pintura na Barriga

- Seria assim, por exemplo:
(retirado de https://pinturafacialbygladis.wordpress.com/2013/04/10/pintar-a-barriga-durante-gravidas-vira-moda-no-reino-unido/)




barriga de gesso

-Seria assim, por exemplo:
(retirado de http://www.baby4ever.eu/product_info.php?products_id=86).

Fotos

- Faço um mini book de 10 fotografias,do casal (e demais filhos, caso tenham) interagindo com a barriga da gestante, geralmente em parques.

Curiosidades

-* A " MÃE DO CORPO "


"Ouvi falar a primeira vez sobre a Mãe do Corpo há mais de trinta anos, mas certamente as caboclas da Amazônia sempre conheceram essa senhora e aprenderam a lidar com suas manhas.
Quando dei à luz meu filho, em Porto Velho, fui passar uns dias na casa de minha mãe, no bairro Caiari, pois ali, dizia ela, eu não precisaria preocupar-me com os afazeres domésticos e assim dedicar-me inteiramente aos cuidados com a criança recém-nascida.
Em casa de minha mãe trabalhava, há cerca de vinte anos, Jaci, uma cabocla beiradeira que tinha uns sessenta anos de idade. Era uma pessoa de poucas palavras, mas quando ouvia algum queixume de doença, tratava logo de ensinar um remédio à base de ervas, todas da floresta amazônica, é claro, pois nascera e crescera no meio delas.
Um dia, estávamos na sala de jantar, quando me queixei de um incômodo persistente na região do abdômen, ora do lado esquerdo, ora do lado direito. Era uma sensação estranha, como se o bebê ainda estivesse no ventre. Ao ouvir o relato, Jaci chamou-me até a cozinha e diagnosticou: - O que a senhora sente é a Mãe do Corpo; ela está procurando a criança e não vai sossegar enquanto a senhora não fizer o remédio certo para que ela se acalme.
Achei a observação inusitada e interessante. Aprendi a respeitar o conhecimento da gente que vive na mata amazônica, um conhecimento que é adquirido da natureza, do Cosmos e de seus mistérios. Realmente a sensação era a de que havia algo que me percorria o abdômen. Então deixei que Jaci se encarregasse de resolver a situação. Antes, porém, quis saber mais sobre a Mãe do Corpo.
Filha de parteira, contou-me a cabocla que sua mãe conhecia tudo sobre esse assunto. A mãe corria o Beiradão inteiro, subindo e descendo o Madeira, de canoa, atendendo aos inúmeros chamados que recebia. Fazia o parto e, para evitar que a Mãe do Corpo se manifestasse na barriga da mulher que dera à luz, colocava imediatamente sobre o ventre da parturiente a placenta, enquanto proferia palavras de consolo para a Mãe do Corpo: - Mãe, não fica com raiva não, teu filho tá aqui ó, juntinho de ti. Sente ele, Mãe, bem quentinho na tua barriga, e vai descansar sossegada.
Feito isso, enterrava a placenta e em seguida passava azeite de andiroba sobre o ventre da parturiente, finalizando, assim, o procedimento. Só então podia ir embora tranquila.
No meu caso, dizia ela, uma providência teria que ser tomada imediatamente para acalmar a Mãe do Corpo, uma vez que os médicos jogaram fora a placenta. Que eu tirasse toda a roupa do bebê, recém-nascido, e o colocasse deitado sobre meu ventre nu, deixando que a minha pele e a dele ficassem juntas por meia hora pelo menos.
De cócoras, aos pés da cama em que me fizera reclinar, ela conduziu uma espécie de ritual. Repetiu para a Mãe do Corpo as tais palavras de consolo, como se estivesse conversando com uma entidade. Depois, lambuzou meu abdômen com o abençoado azeite de andiroba.
Após esse dia, nunca mais senti aqueles estranhos sintomas. Vai ver a Mãe do Corpo deve ter mesmo descansado..."
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*texto lindamente escrito por Sandra Castiel em :  http://www.gentedeopiniao.com.br/lerConteudo.php?news=90522



-Nossa Senhora do Bom Parto, também conhecida como Nossa Senhora do Ó ou Nossa Senhora da Expectação também é comemorada no dia 18 de Dezembro.

(http://alal007.blogspot.com.br/2013/12/nossa-senhora-do-bom-parto.html)

-São Geraldo Magela, também é considerado padroeiro das gestantes, das mães, das maternidades, do movimento pró-vida,dos nascituros, do parto.

(http://pt.wikipedia.org/wiki/Gerardo_Magela)



Notícias e legislação

DOULAS TEM CBO!


* Retirado de :http://doulabelem.blogspot.com.br

DIA DA DOULA

18 DE DEZEMBRO

Partograma passa a ser obrigatório para evitar cesárea desnecessária: 
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/01/06/governo-torna-obrigatorio-partograma-para-evitar-agendamento-de-cesarea.htm

Médico terá que justificar cesárea para receber pagamento de plano de saude:
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/01/1571169-planos-de-saudes-terao-que-informar-taxa-de-cesareas-de-medico-e-hospital.shtml

5 formas de evitar a Internação precoce 

http://vilamamifera.com/olharmamifero/5-formas-de-evitar-a-internacao-precoce/

Governo dá inicio a plano para incentivar o parto normal
http://mdemulher.abril.com.br/saude/bebecombr/governo-da-inicio-a-plano-que-visa-incentivar-parto-normal

Proibir amamentação em estabelecimentos públicos de Caxias do Sul pode gerar multa
http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/geral/cidades/noticia/2014/11/proibir-amamentacao-em-estabelecimentos-publicos-de-caxias-do-sul-pode-gerar-multa-4636340.html

Contatos

-telefones:91.99237-9691(vivo)/91.98417-2073(claro/wts)/91.98233-0594(tim)
-face: https://www.facebook.com/fatima.gonzales.1447

Lembranças de gravidez

Lembranças de gravidez

Com minha filha, aprendi que:


1- Cama Compartilhada é mil vezes melhor que deixá-la dormir sozinha no berço;

2- Usar Sling faz muito bem pra coluna (minha e dela), além de não encontrarmos obstáculos aos nossos passeios, nem à amamentação, o que com um carrinho ficavam infinitamente mais difíceis;

3- Fraldas de Pano modernas são uma forma de "anti estresse pós parto": enquanto você lava, pensa em várias idéias divertidas para pôr em prática com seu bebê, além de tornar mais fácil a transição para a calcinha/ cuequinha de verdade;

4- Maria Montessori era uma mulher extraordinária, mas meu sonho de consumo ainda é uma escola Waldorf perto de casa.

5- Ensinar um bebê a usar o vaso sanitário é algo que deve ser feito com respeito, carinho e infinita tranquilidade;

6- Açaí, um banho de balde e uma boa rede são coisas que não podem faltar;

7- Amo a Lua Cheia( minha filha nasceu em uma delas)!;

8- Sempre sentir, demonstrar e dizer "Eu te Amo";

9- Um abraço cura muitos "dodóis";

10- Falar a verdade, mesmo que seja para ir no hospital dar "uma picadinha" no bracinho dela.



Sling Casulinho by Mariana Mesquita
http://www.casulinho.com.br/

Sling Baby Barrigando by Loyda Macedo
https://pt-br.facebook.com/babybarrigando







Fraldas de Pano/ Calcinhas e Cuequinhas de transição
http://fraldamadrinha.blogspot.com.br



Balde usado -também- para banho. 

Ser Doula

SIGNIFICADO:

Uma doula (pronúncia: /ˈdla/) é uma assistente de parto, com ou sem formação médica, que acompanha a gestante durante o período da gestação até os primeiros meses após o parto, com foco no bem estar da mulher. Cabe à ela proporcionar informação, acolhimento, apoio físico e emocional às mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto.


Quem primeiro utilizou o conceito de doula na sua concepção moderna foi a antropóloga Dana Raphael, para referir-se às mulheres que ajudavam às novas mães durante a lactância e o cuidado ao recém-nascido nas Filipinas.

As doulas não podem ser consideradas parteiras, pois não realizam procedimentos médicos como auscultação fetal, medição de pressão e exame de toque do colo uterino. Sua função intraparto é de dar apoio físico e emocional à mulher em trabalho de parto.

Durante a gestação, fornecem informações baseadas em evidências científicas para evitar cesáreas indesejadas ou desnecessárias, proporcionar uma experiência positiva de parto e reforçar o vínculo mãe/bebê. São figuras importantes na retomada do parto fisiológico, natural, humanizado.

Desde os primórdios da humanidade, acumulou-se um conhecimento empírico, fruto da experiência de milhares de mulheres auxiliando outras mulheres na hora do nascimento de seus filhos. Com a hospitalização do parto nas últimas décadas, as mulheres, desenraizadas e isoladas, perderam esse apoio psicossocial. Como parte do processo de integração desses conhecimentos tradicionais milenares com os progressos científicos contemporâneos, vem surgindo, no frio cenário do parto hospitalar, a figura da doula.

Organização Mundial da Saúde (OMS) e o ministérios da Saúde de vários países, entre eles o Brasil (portaria 28 de maio de 2003), reconhecem hoje a profissão de doula. Pesquisas realizadas na última década demonstraram que, sob a supervisão de uma doula, o parto evolui com maior tranqüilidade e rapidez e com menos dor e complicações tanto maternas como fetais. Com a difusão da nova profissão, poderá também ocorrer uma substancial redução de custos para os sistemas de saúde, graças à redução do número de intervenções médicas e do tempo de internação de mães e bebês.
Na América do Norte, por exemplo, estima-se que existam atualmente de 10 a 12 mil doulas. No Brasil, a demanda de mulheres e instituições que solicitam esse serviço, ainda que bem menor, também vem crescendo significativamente. Mais de cem doulas atuam no atendimento individual à mulher (particular, acompanhando partos em casa, casa de parto e maternidades) e outras tantas como voluntárias em hospitais do SUS.
(* Texto retirado de : http://pt.wikipedia.org/wiki/Doula)
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-“Para mim, foi uma idéia que cresceu aos poucos. Ao mesmo tempo em que minha filha crescia, eu comprava livros, vídeos, participava de grupos virtuais sobre parto e fraldas de pano. Debatia, discutia, ponderava, abri mão, deixei passar ou desisti de falar. Nem todo mundo é obrigado a compartilhar do mesmo ponto de vista que você.e algumas vezes, em nome da minha sanidade mental e física, me afastava.Nem tanto ao mar, nem tanto á terra. E ainda sigo assim.
Dizem que as oportunidades só aparecem quando se está preparado para elas.então em novembro do ano passado, o grupo maternidade ativa-GAMA promoveria um curso de Doulas em minha cidade.Me inscrevi e participei das aulas com interesse, afinal,era uma etapa pessoalmente enriquecedora e transformadora. Eu não havia tido o meu parto, mas poderia agora, ajudar outras mulheres a terem o seu.